Projeto une gatos abandonados e presidiários e todos saem ganhando

Animais ajudam detentos a se ressocializar, se importar e serem responsáveis

gatos abandonados e presidiários

Em primeiro lugar, vamos às explicações quanto à ideia. Nós sabemos, na prática, que animais nos fazem bem. E não é só no sentido da companhia, mas sim de nos colocar em papeis de cuidadores. Sendo assim, os pets nos fazem pessoas melhores por nos fazer mais responsáveis e dedicados. Isso, pois eles precisam de atenção e cuidados. E gatos abandonados tiveram um final feliz de uma forma inusitada.

A administração de uma penitenciária no estado norte-americano de Indiana agiu sabendo do poder dos gatos nos corações humanos, sem dúvida. Duas necessidades sociais foram atendidas e os resultados são animadores.

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Em resumo, de um lado, gatos de um abrigo precisavam de pessoas que cuidassem deles. Por outro lado, detentos precisavam de formas para se ressocializar.

Portanto, os animais passaram a ser responsabilidade dos presos. Mas claro que sempre com acompanhamento. O projeto foi iniciado pelo Animal Protection League. Em pouco tempo, o carinho dos criminosos em recuperação pelos animais mostrou que tudo estava dando certo.

Gatos abandonados encontraram um lar e muitos amigos

Além do contato com os animais, os detentos se mantêm ocupados de diversas formas. Nas imagens podemos ver uma grande ala no presídio, com vários gatos e brinquedos. Quem desenvolve e constrói os “playgrounds” para os felinos são os internos.

Eles passam os dias desenvolvendo brinquedos, roupas e outros itens. E isso tudo em um ambiente cheio de gatos que poderiam estar correndo perigo nas ruas.

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“O Programa reduziu a ociosidade dos infratores, ensinou sobre responsabilidade e aumentou a autoestima. Desde o início do programa, os infratores foram motivados a se matricular na escola, conseguir empregos, obedecer às regras da unidade e melhorar sua higiene para que possam se tornar participantes. A presença de animais no presídio acrescentou uma nova tranquilidade ao ambiente terapêutico da unidade e fortaleceu o espírito de comunidade”, segundo os responsáveis pela ação.

Nem todos acharam uma boa ideia

Para fazer parte do programa, certamente não são escolhidos quaisquer detentos. Para que possam ter contato com outros presos e, claro, com os animais, os escolhidos precisam atender a certos requisitos.

Os animais estão lá para ajudar, mas não podem correr riscos. “Eu vi detentos me dizendo quando eles pegaram um animal, foi a primeira vez que se lembraram que estavam se permitindo se preocupar com algo, amar alguma coisa”, disse Maleah Stringer, diretor da Animal Protection League.

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Em conclusão, a APL defende o programa no site oficial: “Isso ensina responsabilidade, como interagir em um grupo usando métodos não violentos para resolver problemas e dá a eles o amor incondicional de um animal de estimação, algo que muitos dos internos nunca conheceram”.

Enfim, no ano de 2018, foi lançado um documentário sobre o caso. Mas a reação de muitos americanos foi negativa. Quem criticou, afirma que presos não são confiáveis o bastante para cuidar de animais.

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