Cura do vitiligo em três dias é retirada de placenta humana em Cuba

A melagenina, retirada da placenta, ajuda na recuperação da pigmentação da pele

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Uma ótima notícia para pessoas que sofrem com o vitiligo. Esta condição pode causar problemas de autoestima devido a manchas na pele. A falta de pigmentação, em resumo, é a causa. Portanto, a pessoa acometida tem problemas que resultam em desequilíbrios na melanina e, consequentemente, falta de coloração. Mas a cura do vitiligo, de forma bem rápida, pode ter sido encontrada.

Os responsáveis pela animadora novidade são médicos do Centro de Histoterapia Placentária, de Havana, em Cuba. E a placenta humana é o ponto central da descoberta. Um extrato chamado melagenina, retirada da placenta, é um estimulante natural para a melanina.

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A melanina é uma proteína que está responsável, entre outras coisas, pela coloração da pele e dos cabelos, por exemplo. Quando ficamos mais velhos, perdemos melanina, por isso os cabelos ficam brancos.

A melagenina, enfim, pode regular a produção de melanina no corpo. Sendo assim, o paciente volta a ter a coloração normal na pele. Os locais com as manchas, que na verdade são pontos com falta de coloração, recuperam o tom natural.

O mais animador disso tudo, é que os resultados aparecem em apenas três dias.

Cura do vitiligo chega para tranquilizar muita gente

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o vitiligo atinge, ao menos, 1% da população. Em testes com a primeira aplicação da melagenina, participaram 732 pacientes. Os números do instituto indicam que 84% dos participantes voltaram a ter a pigmentação total nas áreas atingidas.

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O tratamento é realizado por três dias. Portanto, estrangeiros que queiram passar pelo teste precisam ficar cinco dias em Havana. Mais informações diretamente com o Centro de Histoterapia Placentária. Brasileiros já passaram por lá

“As manchas foram regredindo. Eu tinha manchas no rosto e não tenho mais. Eu tenho algumas manchas localizadas, como no pé e no joelho, mas são muito pequenas. Faz mais de vinte anos que elas pararam de crescer”, afirmou Glícia Pontes, uma das primeiras brasileiras a ter sucesso no tratamento.

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