Hoje, a tortura é considerada um crime bárbaro, não importa quem o cometa. Mas ao longo da história, era usada como exemplo a possíveis criminosos ou punição por faltas consideradas graves. A cadeira de espinhos, conhecida também como Presidente Judas, era um dos métodos mais cruéis.
A temida cadeira era usada nas masmorras, durante a idade média. Podia ser usada para matar, mas também era utilizada para mutilar gravemente. Até o século 18, ainda era utilizada na Europa, mostrando que a civilidade humana é só uma ilusão.
O método brutal é autoexplicativo. O torturado era amarrado em uma cadeira coberta de espinhos de metal afiados. As pontas perfuravam toda a superfície do corpo da vítima. As feridas, claro, costumavam ser mortais. Isso, pois vasos, artérias e veias eram rasgados durante o processo.
Presidente Judas: a cadeira de tortura infernal
E não acaba por aí, pois a coisa ainda ficava pior, dependendo da modalidade usada pelos torturadores. Tanto a cadeira quanto as pontas eram feitos de metal. Sendo assim, ainda havia a possibilidade de aquecer a cadeira com fogo debaixo dela.
Enfim, o torturado era perfurado e queimado ao mesmo tempo. As feridas eram infligidas e cauterizadas continuamente em um processo de agonia mortal. É algo que, sem dúvida, afasta as pessoas do que é chamado de humanidade.
As cadeiras de espinhos tinham compartimentos para que o fogo causasse os efeitos mais agonizantes. Quem tiver a oportunidade de ver uma dessas em um museu, por exemplo, e analisar os detalhes, entenderá o quão cruel era essa tortura.
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