Dicas de economia: 7 coisas para não fazer com o auxílio emergencial 

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Com os problemas econômicos causados pela pandemia de coronavírus, muitas pessoas foram prejudicadas. Funcionários e mesmo empresas amargam perdas que, em alguns casos, são irreversíveis. Sendo assim dicas de economia são mais necessárias do que nunca. O auxílio emergencial, em suma, está no centro de tudo isso.  

Esse pequeno valor, para quem já tem pouco, faz uma grande diferença. Ter R$ 600 a mais para lidar com a crise salva vidas e alimenta famílias que, de outra forma, poderiam passar fome.  

Dicas de economia para garantir a estabilidade 

Dicas de economia

Muito do que você verá a seguir é básico, mas, mesmo assim, será necessário para que fixe a ideia de que o valor é para gastos emergenciais. Sem dúvida, agora não é momento de luxos e realização de sonhos para quem está mais necessitado. 

Torcemos para que o mundo volte a um novo tipo de “normal” o quanto antes. Por outro lado, enquanto isso não acontece, as dicas de economia das mais básicas às mais avançadas precisam ser mais respeitadas. Por enquanto, confira orientações mais simples para garantir que os R$ 600 realmente sejam um auxílio. 

Confira então coisas para não fazer com o auxílio emergencial 

1 – Gastar no que não seja necessário 

Com usar o auxílio emergencial

O objetivo do auxílio emergencial, em suma, é exatamente o que diz o nome do benefício. Ele serve para ajudar de forma emergencial ao trabalhador brasileiro que teve problemas financeiros durante a pandemia. Muitas pessoas perderam os empregos e até empresas acabaram fechando.  

Sendo assim, o ideal é que R$ 600 sejam usados com responsabilidade. Ou seja, pense no que você precisa como necessidade primária. Alimentação, por exemplo. Esse valor já é pouco para sustentar várias bocas de uma família, imagine se for usado para o que não é essencial. 

2 – Pagar dívidas 

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(Reprodução)

 

Sabemos que é fácil falar, o difícil é fazer. Mas esse dinheiro foi disponibilizado para que as pessoas sobrevivam durante um momento extremamente delicado. É um auxílio, de fato, de emergência. Sendo assim, a ajuda extra entra para gastos essenciais, a menos que o pagamento dessas dívidas seja mais importante do que comer. 

3 – Luxos 

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(Reprodução)

Trocar de veículo, comprar celular novo, roupas caras, enfim, nada disso são coisas para se fazer com o auxílio emergencial. Muito se tem perguntado sobre o uso do auxílio emergencial para comprar celular ou outros eletrônicos. Se você usar o dinheiro para isso, significa que tem condições financeiras de se alimentar ou cuidar de outras necessidades. Portanto, se for o caso, você não precisa desse auxílio e o está recebendo indevidamente.  

4 – Fazer mais dívidas 

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O ideal é que a família se organize para que o gasto fique dentro do que se pode pagar. Devido ao momento, certamente, muitas dívidas aparecerão. Sendo assim, se for possível, claro, o beneficiário deve evitar acumular mais dívidas. Isso, pois tudo pode se tornar a famosa bola de neve e dificultar as coisas ainda mais. 

5 – Investir de forma desorganizada 

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Em primeiro lugar, vale lembrar que o auxílio emergencial é um valor dedicado a ajudar famílias desesperadas. Ou seja, quem o está recebendo sem necessitar dele precisa devolvê-lo. Então, se mesmo dentro de uma renda baixa sobrar algo para investimento, o valor deve ser direcionado de forma consciente. Para isso, portanto, busque ajuda de quem entende do assunto e fique atento para se prevenir de golpes. 

6 – Receber sem precisar 

Como não usar o auxílio emergencial

Algumas pessoas automaticamente entraram na lista para receber o auxílio, pois já eram cadastradas em programas sociais, como o Bolsa Família. Outras pessoas, enfim, precisaram comprovar a necessidade. Muitos brasileiros já devolveram o valor ao perceberem que não precisavam.  

Quem faz isso, em resumo, ajuda o próprio sistema do programa, abrindo mais condições para que quem realmente necessita o acesse. Quanto menos dinheiro, menos auxílios. Sendo assim, se quem não precisa abrir mão, quem precisa tem mais chances.  

7 – Aceitar propostas que parecem boa demais 

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Dezenas de golpes foram elaborados para que criminosos consigam se aproveitar da situação para lucrar. Portanto, se você ficar sabendo de alguma proposta que soe boa demais, desconfie. Uma das mais preciosas dicas de economia envolvendo o auxílio emergencial é tentar focar em coisas simples, como alimentação e itens básicos. 

Enfim, quem fica no básico evita entrar em roubadas como golpes. De preferência, se sobrar dinheiro, guarde para o próximo mês, pois você pode precisar. Se não precisar, invista-o com segurança quando as coisas tranquilizarem. 

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