Gatos não podem mais ser cobaias de testes do Departamento de Agricultura dos EUA

Mais de 3 mil animais foram mortos em testes desde 1982. A “Lei do Gatinho” foi aprovada para acabar com a prática

Uma notícia animadora que pode ser a porta de entrada para decisões parecidas. A estimativa é que mais de 3 mil animais tenham sido sacrificados em testes sobre a toxoplasmose nos Estados Unidos Os dados contabilizam testes de 1982 até 2019.

O Departamento de Agricultura norte-americano deu um passo para mudar isso. O órgão anunciou que não usará mais gatos nos testes. Nas análises, os felinos eram contaminados intencionalmente e depois sacrificados.

gatos usados em testes
Foto: Jacquelyn Martin/AP file

Gatos e cachorros eram alimentados com carne possivelmente contaminada. O laboratório fica em Beltsville, em Washington. As fezes dos animais eram avaliadas para saber se a doença estava presente. Depois, mesmo os cães e gatos saudáveis eram sacrificados.

Uma denúncia mostrou o que acontecia no laboratório e o caso revoltou a população quando se tornou público. Além disso, o laboratório também estaria comprando cães e gatos mortos da China, Colômbia, Etiópia, Vietnã e outros países para usar a carne na alimentação dos animais usados nos testes.

Gatos usados em testes de laboratório
Foto: The Lucky Neko

Congressistas republicanos e democratas agiram então para acabar com a prática. A lei que abrange o tema foi chamada de “Kitten Law” (Lei do Gatinho). A partir daí, o Departamento de Agricultura afirmou que “o uso de gatos como parte de qualquer protocolo de pesquisa em qualquer laboratório ARS (do Serviço de Pesquisa Agrícola) será descontinuado e não será reincorporado”.

Fonte: Daily Sabah

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