Mulher volta a “enxergar” após 16 anos com implante cerebral

Mulher volta a enxergar
Asociación RUVID/Divulgação

Ciência e medicina evoluem lado a lado e surpreendem a cada dia. As descobertas incríveis divulgadas o tempo todos mostram que a humanidade está superando obstáculos importantes. Do desenvolvimento de vacinas às tecnologias estéticas, cainhamos para um futuro mais saudável.

Cientistas da Espanha conseguiram algo que vai deixar muita gente feliz. Através de um implante cerebral, conseguiram um resultado que ainda tem muito a evoluir, mas é promissor. Para começar o processo, foi inserido um aparelho do córtex visual da mulher. O objetivo era o de estimular essa região.

mulher volta a enxergar implante
Unsplash

Após esse primeiro passo, entrou em ação um tipo de retina artificial, que fica em um par de óculos. Esse sistema serve para detectar a luz que há na frente da pessoa que o usa. Essa detecção se torna sinais elétricos, que são enviados ao implante no cérebro. Dessa forma, a mulher conseguia “ver” a luz captada pelo sistema.

Isso quer dizer que ela não voltou a enxergar como as pessoas que não são cegas. Mas passou a identificar as variações de luz á frente, podendo entender objetos e obstáculos.

Tecnologia mostrou sinais positivos e pode evoluir para algo mais preciso

A paciente que participou do teste é uma mulher de 57 anos, que estava totalmente cega há 16 anos. A experiência permitiu que ela conseguisse identificar silhuetas e formas que apareciam diante dela. Ou seja, olhos artificiais identificavam a variação de luz e mandavam os sinais diretamente ao cérebro.

Mulher volta a enxergar
Asociación RUVID/Divulgação

Você pode pensar que isso é um passo em direção aos olhos biônicos. E você acertou se pensou assim. Esse tipo de teste não apenas pode ajudar deficientes visuais, como também melhorar outros quesitos e até ajudar a ver mais do que já vemos. Já imaginou enxergar no escuro, por exemplo?

Essa pesquisa foi publicada no periódico científico The Journal of Clinical Investigation. Os resultados são muito animadores. A mulher que participou conseguia, por exemplo, “ver” onde começavam e terminavam alguns objetos e até identificar letras. Ou seja, uma evolução do sistema pode trazer possibilidades incríveis.

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